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domingo, 16 de outubro de 2011

Nunca te esquecas!!

Este post hoje é especial... tenho acompanhado um blog que me inspira e que é escrito por alguém que merece o meu destaque!

Querida Sofia, posso nao te comentar tanto quanto queria... mas penso que já saibas que és uma inspiracao! O teu último post impressionou-me e tal como uma das tuas leitoras já te disse, apetecia-me apenas te abracar e dizer "Tudo vai ficar bem!".

Já nao é novidade para Ti o quanto admiro a tua coragem. Tens sido uma fonte de inspiracao (e acredita que nao sou a única a pensar assim!!).

Portanto nao te esquecas NUNCA que quando precisares:


Beijinhos e um Domingo cheio de sol para Ti e a tua Família!

Beijinhos,
Sara

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Primos (no meu caso Primas!!)

 Primos são os primeiros amigos da vida. Primos são os amigos da infância. Nunca ninguém entenderá a sua família louca melhor que os seus primos. Mesmo que não se tenham falado muito ultimamente... Publique este post se tem os melhores primos do mundo :)... retirado do mural de uma "Prima emprestada"  no Facebook!

domingo, 28 de novembro de 2010

Palavras ditas ao vento

Grito palavras ao vento...
Sem nexo, sem razão
Liberto-me apenas,
passo da palavra á acção!

Podes ser TU, Ele ou aquele
Ou até talvez mesmo ninguém!
Leiam ou não leiam,
O importante é a realização!

Egoísmo... talvez o seja!
Narcisismo... porque Não?
Tal como já disse outrora,
O importante é a realização!

Mas que "realização" te referes TU rapariga?-
-perguntam alguns de Vós...
Isso é coisa minha!
Não o conto a ninguém,
apenas digo que o faço por BEM!

Um pouco de egoísmo por vezes...
faz bem até á Alma!
Entenda quem entender...
Senão ficará sem saber!

É preciso, claro está!
Olhar apenas e só para o nosso umbigo...
nem nunca nem sempre,
mas de vez em quando é permitido!

Nos dias que hoje correm,
Os valores já não são iguais...
Vou ali e já venho!
Se perguntarem por mim: fui dar milho aos pardais!

Escrevo sem nexo,
deixo as palavras jorrarem-me do peito!
Algo sem jeito... eu sei!
Mas em terra de cegos, quem tem um olho é REI!

(escrito por mim mesma, algo sem jeito... mas escrito a preceito!)

domingo, 10 de outubro de 2010

Words

Die Liebe is wie ein Schmetterling - hältst du sie fest zerquetscht du sie. Wenn du sie nicht fest genug hältst, geleitet sie dir aus den händen

"Das kleine buch inspiriender Gedanken"
- aus der buch "ab nach unten" von Ray French

Li esta frase no último livro que li, registei-a e quis partilhá-la convosco... traduzindo: "O amor é como uma borboleta - se a segurares com força esmaga-la. Se não a segurares firmemente, desliza-te das mãos...", assim é o Amor...

Bom Domingo num dia dourado de Outono!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

I do, Ido, Ido, Ido

Sentada na sua escrevaninha, perdida entre pensamentos e ideias... viajava até lugares longínquos, lindos, paradísiacos... lugares onde nunca tivera ido, lugares que provavelmente nem existiam... apenas e só na sua mente, nos seus sonhos!

Observava novamente a sua fotografia... aquele sorriso, aquele olha (suspiro)! Estava ciente de que Ele nunca iria ser "seu". que Ele apenas era um actor de cinema, alguém por quem diversas mulheres também suspiravam e com Ele sonhavam, mas mesmo assim... o observar daquela foto transmitia-lhe paz, calma interior, um calor que nao sabia justificar.

Assistira recentemente a um filme em que Ele participava, recordava repetidamente algumas das cenas e sonhava. Ao mesmo tempo perguntava-se a si própria: "Porque é que na vida real nao é assim?". O filme tinha mudado a sua vida! Tinha-a marcado de forma positiva, mas ao mesmo tempo despertara em si sentimentos e emocoes que julgava controlados e esquecidos. Até á bem pouco tempo sentia-se segura de si, nao precisava de ninguém, nao precisava de Amar alguém. Afinal só tivera desilusoes (no que toca ao amor) em toda a sua vida! Estava decidida a nao precisar de ninguém. A nao voltar a Amar, mas tudo mudou ao ver aquele filme..
Os sentimentos que julgara adormecidos voltaram a manifestar-se e a manterem-na acordada! O filme tocou-a tanto... fez-la recordar momentos vividos, dores sentidas... mas ao mesmo tempo fez-la sentir uma nova vontade de arriscar. De Amar novamente e deixar-se ser amada! Já há muito tempo que se fechara numa fortaleza, que se barricara entre altos muros onde nada nem ninguém poderiam entrar. Mas aquele filme... aquela frase "Eu mostrei-te as minhas cicatrizes! Abri-te o meu coracao. Nós temos os dois as mesmas cicatrizes! Abre o teu coracao!" marcara-a profundamente! Pois no seu caso também Ela tinha cicatrizes e feridas ainda abertas e que doiem tanto... Talvez mesmo por isso se fechara tanto. Mas a vida é tao curta e temos que a saber aproveitar! Portanto seria altura de arriscar e abrir o seu coracao novamente! Quem sabe teria mais sorte? Pelo menos abrira já o seu coracao a Ele! Finalmente ao fim de tantos anos descobrira novamente alguém que a despertara. Descobrira um olhar que lhe transmitia carinho e um certo calor! Apesar de ser um "amor impossível" e platónico fazia a sentir-se bem! E isso é que era o importante. O importante também era a coragem que necessitava para se voltar a aproximar do mundo, das pessoas... Quem sabe deixar alguém ultrapassar as barreiras que Ela havia criado! Alguém que tivesse a forca, a paciencia e a coragem para destruir as barricadas. Alguém que soubesse tratar das suas feridas abertas e das suas cicatrizes profundas. Alguém que a soubesse Amar!

Cheia de Paz interior e com uma felicidade que nao sabia explicar, deixou-se escorregar na cadeira e com um sorriso apenas exclamou: "Eu tenho a coragem de arriscar!".


It´s time now, my Darling!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Mulher do Norte

Recebi este texto enviado por um amigo especial, soube bem lê-lo... principalmente nesta altura em que poucos motivos de orgulho tenho tido com o País de onde sou oriunda! Mas após ter lido este texto... voltei a sentir o orgulho de ser uma "mulher do Norte"!

O "Norte" de Miguel Esteves Cardoso

O Norte é mais Português que Portugal. As minhotas são as raparigas mais bonitas do País. O Minho é a nossa província mais estragada e continua a ser a mais bela. As festas da Nossa Senhora da Agonia são as maiores e mais impressionantes que já se viram.

Viana do Castelo é uma cidade clara. Não esconde nada. Não há uma Viana secreta. Não há outra Viana do lado de lá. Em Viana do Castelo está tudo à vista. A luz mostra tudo o que há para ver. É uma cidade verde-branca. Verde-rio e verde-mar, mas branca. Em Agosto até o verde mais escuro, que se vê nas árvores antigas do Monte de Santa Luzia, parece tornar-se branco ao olhar. Até o granito das casas.

Mais verdades.
No Norte a comida é melhor.
O vinho é melhor.
O serviço é melhor.
Os preços são mais baixos.
Não é difícil entrar ao calhas numa taberna, comer muito bem e pagar uma ninharia
Estas são as verdades do Norte de Portugal

Mas há uma verdade maior.
É que só o Norte existe. O Sul não existe.
As partes mais bonitas de Portugal, o Alentejo, os Açores, a Madeira, Lisboa, et caetera, existem sozinhas. O Sul é solto. Não se junta.

Não se diz que se é do Sul como se diz que se é do Norte.
No Norte dizem-se e orgulham-se de se dizer nortenhos. Quem é que se identifica como sulista?
No Norte, as pessoas falam mais no Norte do que todos os portugueses juntos falam de Portugal inteiro.
Os nortenhos não falam do Norte como se o Norte fosse um segundo país

Não haja enganos.
Não falam do Norte para separá-lo de Portugal.
Falam do Norte apenas para separá-lo do resto de Portugal.

Para um nortenho, há o Norte e há o Resto. É a soma de um e de outro que constitui Portugal.
Mas o Norte é onde Portugal começa.
Depois do Norte, Portugal limita-se a continuar, a correr por ali abaixo.

Deus nos livre, mas se se perdesse o resto do país e só ficasse o Norte, Portugal continuaria a existir. Como país inteiro. Pátria mesmo, por muito pequenina. No Norte.

Em contrapartida, sem o Norte, Portugal seria uma mera região da Europa.
Mais ou menos peninsular, ou insular.

É esta a verdade.

Lisboa é bonita e estranha mas é apenas uma cidade. O Alentejo é especial mas ibérico, a Madeira é encantadora mas inglesa e os Açores são um caso à parte. Em qualquer caso, os lisboetas não falam nem no Centro nem no Sul - falam em Lisboa. Os alentejanos nem sequer falam do Algarve - falam do Alentejo. As ilhas falam em si mesmas e naquela entidade incompreensível a que chamam, qual hipermercado de mil misturadas, Continente.

No Norte, Portugal tira de si a sua ideia e ganha corpo. Está muito estragado, mas é um estragado português, semi-arrependido, como quem não quer a coisa.

O Norte cheira a dinheiro e a alecrim.

O asseio não é asséptico - cheira a cunhas, a conhecimentos e a arranjinho. Tem esse defeito e essa verdade.

Em contrapartida, a conservação fantástica de (algum) Alentejo é impecável, porque os alentejanos são mais frios e conservadores (menos portugueses) nessas coisas.

O Norte é feminino.

O Minho é uma menina. Tem a doçura agreste, a timidez insolente da mulher portuguesa. Como um brinco doirado que luz numa orelha pequenina, o Norte dá nas vistas sem se dar por isso.

As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos verdes-impossíveis, daqueles em que os versos, desde o dia em que nascem, se põem a escrever-se sozinhos.
Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mãos nas ancas. Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança. Olho para as raparigas do meu país e acho-as bonitas e honradas, graciosas sem estarem para brincadeiras, bonitas sem serem belas, erguidas pelo nariz, seguras pelo queixo, aprumadas, mas sem vaidade. Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito. Gosto das pequeninas, com o cabelo puxado atrás das orelhas, e das velhas, de carrapito perfeito, que têm os olhos endurecidos de quem passou a vida a cuidar dos outros. Gosto dos brincos, dos sapatos, das saias. Gosto das burguesas, vestidas à maneira, de braço enlaçado nos homens. Fazem-me todas medo, na maneira calada como conduzem as cerimónias e os maridos, mas gosto delas.

São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem. As mulheres do Norte deveriam mandar neste país. Têm o ar de que sabem o que estão a fazer. Em Viana, durante as festas, são as senhoras em toda a parte. Numa procissão, numa barraca de feira, numa taberna, são elas que decidem silenciosamente.

Trabalham três vezes mais que os homens e não lhes dão importância especial.

Só descomposturas, e mimos, e carinhos.

O Norte é a nossa verdade.

Ao princípio irritava-me que todos os nortenhos tivessem tanto orgulho no Norte, porque me parecia que o orgulho era aleatório. Gostavam do Norte só porque eram do Norte. Assim também eu. Ansiava por encontrar um nortenho que preferisse Coimbra ou o Algarve, da maneira que eu, lisboeta, prefiro o Norte. Afinal, Portugal é um caso muito sério e compete a cada português escolher, de cabeça fria e coração quente, os seus pedaços e pormenores.
Depois percebi.

Os nortenhos, antes de nascer, já escolheram. Já nascem escolhidos. Não escolhem a terra onde nascem, seja Ponte de Lima ou Amarante, e apesar de as defenderem acerrimamente, põem acima dessas terras a terra maior que é o "O Norte".

Defendem o "Norte" em Portugal como os Portugueses haviam de defender Portugal no mundo. Este sacrifício colectivo, em que cada um adia a sua pertença particular - o nome da sua terrinha - para poder pertencer a uma terra maior, é comovente.

No Porto, dizem que as pessoas de Viana são melhores do que as do Porto. Em Viana, dizem que as festas de Viana não são tão autênticas como as de Ponte de Lima. Em Ponte de Lima dizem que a vila de Amarante ainda é mais bonita.
O Norte não tem nome próprio. Se o tem não o diz. Quem sabe se é mais Minho ou Trás-os- Montes, se é litoral ou interior, português ou galego? Parece vago. Mas não é. Basta olhar para aquelas caras e para aquelas casas, para as árvores, para os muros, ouvir aquelas vozes, sentir aquelas mãos em cima de nós, com a terra a tremer de tanto tambor e o céu em fogo, para adivinhar.

O nome do Norte é Portugal. Portugal, como nome de terra, como nome de nós todos, é um nome do Norte. Não é só o nome do Porto. É a maneira que têm e dizer "Portugal" e "Portugueses". No Norte dizem-no a toda a hora, com a maior das naturalidades. Sem complexos e sem patrioteirismos. Como se fosse só um nome. Como "Norte". Como se fosse assim que chamassem uns pelos outros. Porque é que não é assim que nos chamamos todos?


Escrito por Miguel Esteves Cardoso

Beijinhos, Sara

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Michael Jackson, um ano depois...

Hoje faz precisamente um ano que Michael Jackson morreu, um choque para o mundo inteiro e para os seus inúmeros Fans... foi por esse motivo, que ontem aproveitei para visitar um lugar especial no centro de Munique. Um lugar que se tornou um local de culto para muitos! Um local que arrepia quando se visita e que me fascina, pela dedicação dos Fans e por já ter resistido um ano inteiro... ao tempo, á chuva, á poluição... a TUDO!
Aqui vos deixo um pouco da reportagem fotográfica que fiz... as imagens representam um pouco do sentimento de muitos em relação ao Michael, mas o feelling que se sente quando lá se está... esse não o consigo transmitir aqui... só MESMO sentindo!!
























































































E por fim... uma das mensagens que mais me "arrepiou" no meio de tantas outras...




as palavras e a "mensagem" falam por si!












sexta-feira, 18 de junho de 2010

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Naquele dia (II)


A noite estava fria... sentia-se agitada interiormente, não tinha conseguido dormir... seria do luar que lhe entrava pela janela? Olhou a lua novamente, grande, redonda, LINDA! Ainda pensou pedir-lhe um desejo como vira nos filmes, mas recuou... e nada fez! Sentia-se desmotivada... pedir desejos para quê? - pensou.
Vestiu-se a correr, bebeu o café ainda quente num gole só, passou um batônzinho nos lábios... olhou-se olhos nos olhos em frente ao espelho, sorriu e saiu!
A noite estava fria... escura e fria! As ruas desertas, olhava as casas por onde passava... tudo dormia e ela andava, em passo de corrida já, não fosse perder o transporte!
Iniciou a sua viagem rumo ao trabalho, era uma viagem não muito longa, mas comprida o suficiente para relaxar um pouco e pensar na vida... na sua vida e não só! Estava a ser uma semana de decisões, já tinha tomado uma... a qual a deixara a pensar! De certa forma temeu-a, mas sentia-se confiante!
Estava decidida a mudar o rumo ás coisas! Trocar as voltas ao destino...

O dia de trabalho fora longo e pesado! Quantas vezes pensara já para si mesma: "Porque não tenho EU um emprego de secretária, levezinho e aliciante?". Não o tinha, mas também o facto de ter outras funcoes a tornara na pessoa que é hoje! Tornara-a mais forte, mais ágil, mais "preparada" para enfrentar a vida! Tentava sempre ter ou ver o lado positivo das coisas e muitas vezes quando se via perante pesadas tarefas gastronómicas, sorria e imaginava-se uma "Mãe de família, dona de casa atarefada" a preparar as coisas para os seus! E isso dava-lhe prazer, o que muitas pessoas acabavam por não a entender, como seria possível pensar assim!?!

O dia fora longo, já chegada a casa deliciou-se com um banho demorado... aprimorou-se, vestiu-se de forma elegante! Fitou-se em frente ao espelho perante a sua imagem reflectida e sentiu-se orgulhosa de si própria!
Vestiu-se de forma elegante, bonita! Um pouco de rímel, um batôn nos lábios, umas gotas de perfume... Os cabelos soltara-os e deixou-os livres caídos nos ombros.
Vestiu o casaco! Pegou na mala... agarrou a mão da sua amiga que a observava e disse: "Anda, o dia foi longo mas merecemos um pouco de diversão ainda hoje!".
Saíram as rumo á cidade, quem sabe uma visita ao seu café preferido não lhe alimentaria mais o ego?
Quando voltou a casa estava cansada, mas feliz!
A noite estava escura... e a lua brilhava com todo o seu esplendor!

quinta-feira, 25 de março de 2010

E tenho dito!

"the only logical reason why people talk behind your back is because you are already ahead of them"
(frase lida por mero acaso, mas que me fez concordar com o que tinha acabado de ler!)

segunda-feira, 8 de março de 2010

Para TODAS Vós

Para TODAS as Mulheres um beijinho carinhoso neste NOSSO dia!!!

sábado, 6 de março de 2010

Bem escrito!

Sob o meu ponto de vista um dos melhores posts que li nos últimos tempos, ortograficamente falando!...
E Vocês o que pensam?

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Fasching in München

Carnaval... milhões de pessoas em várias parte do mundo festejaram estes dias o "Carnaval"! Tenho lido, visto e ouvido alguns comentários e alguns relatos sobres variados festejos em Portugal, aqui em Munique, em variadas zonas da Alemanha (Colónia principalmente).
Aqui em Munique festeja-se o Carnaval... mas de forma (a meu ver!) um pouco soft... tb com as temperaturas que se fizeram sentir este ano, não convidava de forma nenhuma a andar com mascarado com trajes mais finos pelas ruas ainda cobertas de neve...
Agora em Munique, festeja-se o Carnaval tb de outra forma... e é com Krapfen! Para vos deixar com água na boca aqui ficam alguns dos exemplares:








Existem para todos os gostos... recheadas com geleias variadas, com chocolate (cobertas com chocolate tb!), creme de baunilha...
Hmmmmmmmmmm.... uma delícia!
(agora entendem se eu disser que estou feliz por o Carnaval estar a chegar ao fim... assim acaba a época das krapfen e assim uma grande tentação!!!)

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Destino

Num dos painéis electrónicos do Metro no centro de Munique, li ontem uma frase interessante:
"O destino dá as cartas! Nós baralhamos-las..."
Li e olhei em meu redor... captou a atenção de tantas outras pessoas! E a Vossa?

domingo, 24 de janeiro de 2010

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Pecado da gula

Porque é que, mesmo sabendo que algo nos provoca uma reacao alérgica e por sua vez comichoes sem fim... não conseguimos resistir a beber ou a comer algo que nos tenta???

domingo, 3 de janeiro de 2010

E três dias já se foram...

Eu sei, eu sei... o ano já começou e até já se passaram 3 dias!!! 3!!! Mas só hoje é que consegui o tempo e a concentração necessários para escrever aqui... e além do mais, não gosto de começar a escrever logo no dia 1 e como gosto do número "3" como número... nada melhor do que escolher este dia para o 1° post do ano ;)

O ano de 2009 chegou ao fim de uma forma alegre e divertida ;) Entrei em 2010 com um sorriso nos lábios e um copo de champagne na mão, muito bem acompanhada :)
Tenho passado por alguns blogs amigos e tenho lido os propósitos a que muito se propõem no novo ano, muitos projectos e novas metas a atingir, muitos sonhos e muitos planos... muitos até escreveram um resumé do ano que passou... eu pensei em fazer o mesmo, confesso! Mas... o ano que passou... passou! E projectos para o novo ano... bem, alguns projectos até tenho, mas avida tem-me ensinado a não fazer planos e eu este ano não quero fazer planos! Encaro o novo ano de 2010 assim como um livro em branco... pronto a ser preenchido pelas cores da vida e as linhas que o destino nela escreve! No final de 2010... aí terei o prazer de folhear as páginas do livro que agora inicio, quem sabe terei o prazer de o reler como se relê um diário dos tempos de juventude... ou talvez me divertirei ainda mais! ;)
Desejo-vos a todos um excelente 2010 :)))

sábado, 26 de dezembro de 2009

After Xmas

Time to go on a diet?

Estes dias de Natal foram óptimos e cheios de coisas boas! O pior sao os efeitos secundários... mas Natal é só uma vez no ano e podemos deixar-nos de dietas ;)

Este ano nao espero é pelo ínicio do ano para "comecar" com uma vida saudável... comeco é já depois do Natal!

Alguém quer vir dar um passeio a pé no meio do frio? Gasta mais calorias ;)


sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Choque

Título de um jornal esta semana: "2010: rendas aumentam 13%". Agora a pergunta a fazer é: 2010: salários aumentam 20%????

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Tempo

"O tempo passou. Dizem que tempo é remédio para tudo. O tempo faz as pessoas esquecerem. Há pessoas que esquecem depressa. Outras apenas fingem que não se lembram mais..."
Érico Veríssimo